ÁGUA
Água
Inundações
O que fazer ao verificar os riscos de alagamento na cidade?
- Não deixe crianças trancadas em casa sozinhas;
- Mantenha sempre pronta água potável, roupa e remédios, caso tenha que sair rápido da sua casa;
- Conheça o Centro de Saúde mais próximo da sua casa, pode ser necessário;
- Convença as pessoas que moram nas áreas de risco a saírem de casa durante as chuvas;
- Avise aos seus vizinhos sobre o perigo, no caso de casas construídas em áreas de risco de deslizamento.
Quais autoridades devem ser informadas, quando detectados os riscos?
- Avise imediatamente ao Corpo de Bombeiros ou Defesa Civil sobre áreas afetadas;
Há perigo de choque elétrico em equipamentos que foram molhados na inundação?
- Sim. Não use equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou em locais inundados, pois há risco de choque elétrico e curto-circuito.
Como podemos colaborar para evitar inundações?
- Jogue o lixo no lixo. Não jogue lixo em terrenos baldios ou na rua.
- Não jogue troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
- Não jogue lixo nos bueiros (boca de lobo), para não obstruir o escoamento da água;
Que cuidados devemos ter com a água?
- Nunca beba água de enchente ou inundação;
- Não beba água ou coma alimentos que estavam em contato com as águas da inundação.
Como tratar a água para o consumo humano?
- Pode ser fervida ou tratada com água sanitária, na proporção de 2 gotas de água sanitária para 1 litro de água o tratada com hipoclorito de sódio, na pro porção de 1 gota de hipoclorito para 1 litro de água.
- Nos dois casos, deixar em repouso por 30 minutos para desinfetar.
Prevenção Enchentes
- Informe-se sobre abrigo em locais altos e secos, para você e sua família;
- Coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos bem fechados e em local protegido;
- Coloque em lugares altos seus móveis e utensílios (bem protegidos);
- Retire os animais de estimação da casa;
- Desligue aparelhos elétricos, quadro geral de energia e feche o registro de entrada d'água;
- Retire todo o lixo e leve para áreas não sujeitas a enchentes;
- Feche bem as portas e janelas.
- Antes de tudo, salve e proteja sua vida, a de seus familiares e amigos. Se precisar retirar algo de sua casa, peça ajuda a DEFESA CIVIL (telefone 199) e ao CORPO DE BOMBEIROS (telefone 190). Em caso real de emergência, DISQUE 100 que a telefonista o ajudará;
- Não volte para casa até as águas baixarem e o caminho estar seguro. Evite contato com as águas da enchente: elas estão contaminadas e podem provocar doenças e acidentes. Só entre na água se for absolutamente necessário. Proteja-se com calçados e botas. Evite acidentes;
- Não coma alimentos que tivera contato com as águas da enchente. Não beba água da enchente, em hipótese alguma.
- Tenha cuidado: veja se sua casa não corre o risco de desabar;
- Raspe toda a lama e o lixo do chão, das paredes, dos móveis e utensílios;
- Lave e desinfete os objetos que tiveram contato com as águas da enchente;
- Cuidado com aranhas, cobras e ratos, ao movimentar objetos, móveis e utensílios;
- Retire todo o lixo da casa e do quintal e coloque para a limpeza pública;
- Não use água de fontes naturais e poços depois da enchente, pois estão contaminadas. Informe-se na Unidade de Saúde mais próxima.
Para cada litro de água, em uma vasilha plástica, coloque 2 gotas de água sanitária ou hipoclorito de sódio (2,5%). Deixe a mistura descansar por meia hora, na vasilha tampada (se não tiver tampa, pode usar um pano limpo). Depois disso, está pronta para usar.
Água boa para limpar e desinfetar
Siga esta tabela conforme as quantidades:
Água Sanitária ou Hipoclorito de sódio (2,5%)
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Água
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1 colher de sopa
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1 litro
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5 colheres de sopa
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5 litro
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1 copo
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25 litro
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2 copos
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50 litro
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FOGO
Fogo
Como agir em caso de Incêndios
Avise imediatamente ao Corpo de Bombeiros (193) ou, se não houver um quartel no local, comunique a autoridade mais próxima. Informe, com calma, o que observou.
Procure decorar, ou ter sempre à mão, o telefone do Corpo de Bombeiros (193). Com ele você também poderá obter outro tipo de socorro, pois os Bombeiros sempre o ajudarão.
Procure aprender como usar extintores de incêndios e outros equipamentos que tiver em casa, na escola ou no trabalho. Deles, poderá depender a sua vida.
Nunca tente combater um incêndio sozinho. Peça ajuda.
Se você estiver num prédio pegando fogo:
Procure descer pela escada. Não use elevadores.
Ao atravessar uma porta, feche-a, mas, não a tranque. Outras pessoas poderão querer sair por ela.
Se não puder descer, cheque até a janela e peça socorro, fazendo sinal com um lenço ou pano claro. Os Bombeiros precisam saber que você precisa de ajuda.
Procure ficar nas partes mais baixas do prédio, enquanto for seguro.
Evite correrias e atropelos. Muitas pessoas se ferem seriamente apenas por esse motivo. O pânico é mais perigoso do que o próprio incêndio.
Se tiver que subir, porque o fogo bloqueou sua saída, procure manter a calma e acalmar as outras pessoas.
Para andar em meio a fumaça, procure abaixar-se para respirar um ar melhor. O lenço molhado, colocado no rosto, ajudará bastante a respiração.
Se ficou preso em uma sala, chegue até a janela e faça sinais aos Bombeiros. Em seguida, deixe a parte de cima de uma janela aberta (para sair a fumaça) e abra a parte de baixo de uma outra janela (para entrar ar fresco). Permaneça perto dessa janela.
As roupas molhadas sobre o corpo fazem uma ótima proteção contra o calor.
Siga as instruções dos Bombeiros.
Se estiver preso na parte de cima do prédio, aguarde socorro dos Bombeiros.
Se o incêndio ocorrer em um hospital, existem alguns cuidados que deverão ser tomados :
Remover os doentes com calma e sem precipitações;
Se o hospital trabalha com materiais radioativos, na porta da sala onde estiverem guardados, haverá um desenho semelhante a este:
Neste caso os Bombeiros deverão ser avisados.
As providências seguintes serão:
Isolar o local do acidente.
Não usar água para combater as chamas, ou, se não houver extintor adequado, reduzir a aplicação d`água ao mínimo possível.
Não entrar nem sair do local, além do necessário ao combate inicial.
Se for possível, procure anotar ou guardar na memória todas as pessoas que trabalharam no combate ao fogo, dentro da sala. Informe, depois, aos Bombeiros.
TERRA
Terra
Deslizamentos
O que deve ser feito ao se verificar os riscos de deslizamento de um morro ou encosta?
O que deve ser feito ao se verificar os riscos de deslizamento de um morro ou encosta?
- Avise aos seus vizinhos sobre o perigo, no caso de casas construídas em áreas de risco de deslizamento. Avise, também, imediatamente ao Corpo de Bombeiros e à Defesa Civil.
- Convença as pessoas que moram nas áreas de risco a saírem de casa durante as chuvas;
- Você pode fazer junto com a sua comunidade um plano de evacuação.
Quais são os sinais que indicam risco de ocorrer um deslizamento?
- Observe o aparecimento de fendas, depressões no terreno, rachaduras nas paredes das casas, inclinação de tronco de árvores, de postes e o surgimento de minas d'água. Avise imediatamente a Defesa Civil.
O que pode ser feito para evitar os deslizamentos?
- Não destrua a vegetação das encostas;
- Você pode consertar vazamentos o mais rápido possível e não deixar a água escorrendo pelo chão. O ideal é construir canaletas;
- As barreiras em morros devem ser protegidas por drenagem de calhas e canaletas para escoamento da água da chuva;
- Não faça cortes nos terrenos de encostas sem licença da Prefeitura, para evitar o agravamento da declividade;
- Solicite à Defesa Civil, em caso de morros e encostas, a colocação de lonas plásticas nas barreiras;
O que deve se plantar nos morros ou encostas para se diminuir os riscos de deslizamentos?
- Pode-se plantar pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim perto das casas, para que a terra não seja carregada pela água da chuva;
- Em morros e encostas, não plante plantas de raízes curtas, porque as raízes dessas árvores não fixam o solo e aumentam os riscos de deslizamentos. Não plante árvores grandes, pois acumulam água no solo e provocam quedas de barreiras;
- As barreiras devem ser protegidas com vegetação que tenha raízes compridas, gramas e capins que sustentam mais a terra;
Quais os cuidados que se deve ter com o lixo, para se evitar deslizamento?
- Junte o lixo em depósitos para o dia da coleta e não o deixe entulhado no morro, em vias públicas ou barreiras porque eles entopem a saída de água, desestabilizam os terrenos, provocando deslizamentos;
- Não dificulte o caminho das águas de chuva com lixo.
O que fazer quando ocorrer um deslizamento?
- Se você observar um princípio de deslizamento, avise imediatamente a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, bem como o máximo de pessoas que residam na área do deslizamento;
- Afaste-se e colabore para que curiosos mantenham-se afastados do local do deslizamento, poderá haver novos deslizamentos.
Ar
Ar
Vendavais
O que fazer ao verificar a iminência de ventos fortes?
- Revise a resistência de sua casa, principalmente o madeiramento de apoio do telhado e a amarração das telhas no madeiramento, se tiver;
- Feche bem janelas, basculantes, portas de armários, evitando canalizações de ventos no interior de sua residência. Feche persianas, cortinas, blecautes para, no caso de quebrar algum vidro de janela, os estilhaços não sejam lançados e espalhados pelo cômodo, podendo atingir alguém.
- Desligue os aparelhos elétricos e feche o registro do gás de cozinha, evitando agravamentos no caso de queda de árvore;
- Abaixe para o piso todos os objetos que possam cair.
- Mantenha as árvores em sua casa sadias e bem podadas. A poda preventiva pode ser solicitada no Corpo de bombeiros Militar em seu município.
- Em caso de tornado, procure orientações junto a prefeitura para identificar quais os melhores locais para abrigos ou rotas de fuga;
Quais as precauções deve se tomar durante ventos fortes?
- Evitar a prática de esportes influenciados pelos ventos ou aquáticos, tais como: surf, windsurf, kitesurf, rapel, rafting, dentre outros;
- Evitar empinar pipas;
- Evitar ficar próximo a precipícios, encostas ou lugares altos sem proteção;
- Evitar transitar nas proximidades de fiação elétrica;
- Trabalhadores que utilizam andaimes devem redobrar os cuidados e verificar com atenção a fixação das amarrações e dos encaixes metálicos;
- Tomar cuidado com lentes de contato, pois o vento forte pode pressioná-las contra os olhos ou deslocá-las;
- Quando estiver transitando pelas avenidas, evitar passar sob cabos elétricos, outdoors, andaimes, escadas, estruturas que não transmitem segurança, escadas, dentre outros. Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois estas estarão sob influência de ventos fortes;
- Não se abrigar debaixo de árvores ou em frágeis coberturas metálicas;
- Em caso de tornado, a melhor proteção individual é constituída por abrigos subterrâneos, como um porão, já que o efeito de sucção dos tornados só ocorre a partir da superfície do solo. Se a sua residência não tem porão, fique no corredor interno, deitado próximo ao chão (no piso mais inferior) e coloque-se debaixo de uma peça do mobiliário resistente ou de um colchão.
- Se você for surpreendido por um tornado fora de casa, deve deitar-se em uma vala ou depressão do terreno que se encontra fora da estrada, afastado de árvores, postes ou muros. Não tente fugir de um tornado de automóvel, saia imediatamente do veículo.
O que fazer depois de vendavais ou tornados?
- Ajude na limpeza e recuperação da área onde se encontra, começando pela desobstrução das ruas e outras vias;
- Ajude seus vizinhos que foram atingidos;
- Evite o contato com cabos ou redes elétricas caídas. Avise ao Corpo de Bombeiros Militar ou a Defesa Civil sobre estes perigos;
Procure não utilizar serviços hospitalares, de comunicações, a não ser que necessite realmente. Deixe estes serviços para os casos de emergência.
Raios e Tempestades
O que fazer para não ser atingindo por um raio quando estiver na rua?
- Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios, como pequenas construções não protegidas como celeiros, tendas ou barracos ;
- Evite estruturas altas tais como torres de linhas telefônicas e de energia elétrica.
Alguns lugares são extremamente perigosos durante uma tempestade. Quais devem ser evitados?
- NÃO permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos;
- NÃO fique no alto de morros ou no topo de prédios;
- NÃO se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
- NUNCA se abrigue debaixo de árvores isoladas.
Qual o perigo de permanecer dentro de veículos?
- Evite veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas;
- Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;
- Antes de saltar do veículo verifique se há algum cabo ou fio elétrico, solto, próximo ao veículo;
- Evite o contato com qualquer objeto metálico próximo ao veículo.
Estando dentro de casa? Existe algum risco?
- Não use telefone (o sem fio pode ser usado);
- Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;
- Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica.
Granizo
O que fazer quando ocorrer uma chuva de granizo?
- Abrigar-se da chuva torrencial que poderá acompanhar ao granizo e causar inundações. Lembre-se de Não abrigar-se debaixo de árvore ou frágeis coberturas metálicas
- Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois estas estarão sob influência de ventos fortes.
- Evite engarrafamentos em ruas e avenidas que foram afetadas pela chuva de granizo.
O que fazer ao verificar os riscos de desabamentos de construções e telhados?
- Avise aos seus vizinhos sobre o perigo, no caso de casas construídas em áreas de riscos. Avise, também, imediatamente ao Corpo de Bombeiros e à Defesa Civil;
- Convença as pessoas que moram nas áreas de risco a saírem de casa durante as chuvas;
- Você pode fazer junto com a sua comunidade um plano de evacuação.
O que é um plano de evacuação?
- Se você está morando numa área de risco, tenha com sua vizinhança um plano de evacuação com um sistema de alarme. É um plano que permite salvar a sua vida e de seus vizinhos. Caso a localidade onde você mora ainda não tem esse plano, converse com o Prefeito e o Coordenador de Defesa Civil.
Existe alguma forma de minimizar os prejuízos dos fruticultores?
- As cooperativas de fruticultores podem realizar parcerias com as instituições de meteorologia e adquirir foguetes para bombardearem as nuvens de granizo com substâncias higroscópicas (iodeto de prata), objetivando provocar a precipitação da chuva e evitar a formação de granizo.
Produtos Perigosos
Produtos Perigosos

Plano Produtos Perigosos
O Plano Estadual de Produtos Perigosos se propõe a estabelecer os procedimentos que visam o desenvolvimento dos momentos preventivo e de resposta aos acidentes com tais substâncias. Dentro de um padrão de qualidade conhecido como "Qualidade Paraná" buscou-se a extensão do habitual interesse em se realizar a prevenção no transporte rodoviário de produtos perigosos, ampliando o espectro de abrangência aos demais modais de transporte (ferroviário, duto viário, aquaviário, etc.). Não obstante, as ações que tratam do manuseio e da armazenagem de tais substâncias também foram contempladas.O Estado do Paraná, historicamente, já foi palco de vários acidentes dessa natureza, alguns de repercussão internacional. Muito há de se fazer ainda e os participantes do Conselho Estadual de Produtos Perigosos sabem disso. Aliás, a partir de 2006, o Paraná deu um passo à frente criando os Conselhos Regionais de Produtos Perigosos. As CORPDEC - Coordenadorias Regionais de proteção e Defesa Civil reúnem seus membros à semelhança do Conselho Estadual, porém, voltados, num harmônico conjunto, às necessidades específicas de cada região, suas peculiaridades, como num ajuste fino do plano que ora se apresenta. Cada CORPDEC trabalha na construção e atualização de seus planos regionais, guiados pelos parâmetros e direcionamento apontados na edição 2006/2007 do Plano Estadual de Produtos Perigosos.
Conheça o Plano, leia-o e reflita sobre o seu papel nesse cenário onde cada pessoa se relaciona com os produtos perigosos, direta ou indiretamente, no acelerado ritmo de suas vidas, diariamente.
Acesse o link abaixo para ler o plano e, se houver alguma crítica, sugestão ou comentário a ser realizado, sinta-se à vontade para se comunicar com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil pelo link Fale Conosco.
Defesa Civil, somos todos nós.
Plano Estadual de Produtos Perigosos Ed.2008
Comissão Estadual - P2R2
Comissão Estadual de Prevenção, Preparação e Resposta a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos do Estado do Paraná
No ano de 2001 o Decreto Estadual nº4299 criou o Programa Estadual de Controle, Transporte, Manuseio e Armazenagem de Produtos Químicos Perigosos, com a finalidade permanente de prevenir, reduzir e controlar de forma sistêmica os acidentes terrestres, aéreos e aquáticos de produtos perigosos no Paraná.
Em junho de 2004, o Decreto Federal nº 5.098 criou o Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos – P2R2, estabelecendo tratativas para a prevenção a ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos e visando o aprimoramento do sistema de preparação e resposta a emergências no país.

Com a necessidade de se adequar a estrutura do Conselho Consultivo de Controle do Transporte, Manuseio e Armazenagem de Produtos Perigosos do Estado do Paraná com as novas políticas de atendimento a emergências químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, em 28 de janeiro de 2013 por meio do decreto estadual nº 7117, foi criado a Comissão Estadual para a implantação do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2).
A comissão estadual será a estrutura constituída responsável por direcionar e supervisionar as ações, atividades e projetos, a serem formulados e executados de forma participativa, e observará os princípios, diretrizes estratégicas e as organizações definidas neste decreto. Também atuará em consonância com o Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos – P2R2.
A Comissão Estadual será composta por um integrante dos respectivos órgãos: Em junho de 2004, o Decreto Federal nº 5.098 criou o Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos – P2R2, estabelecendo tratativas para a prevenção a ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos e visando o aprimoramento do sistema de preparação e resposta a emergências no país.

Com a necessidade de se adequar a estrutura do Conselho Consultivo de Controle do Transporte, Manuseio e Armazenagem de Produtos Perigosos do Estado do Paraná com as novas políticas de atendimento a emergências químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, em 28 de janeiro de 2013 por meio do decreto estadual nº 7117, foi criado a Comissão Estadual para a implantação do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P2R2).
A comissão estadual será a estrutura constituída responsável por direcionar e supervisionar as ações, atividades e projetos, a serem formulados e executados de forma participativa, e observará os princípios, diretrizes estratégicas e as organizações definidas neste decreto. Também atuará em consonância com o Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos – P2R2.
• Corpo de Bombeiros – CB/PMPR;
• Polícia Militar do Paraná - PMPR;
• Batalhão de Polícia Ambiental - BPAmb;
• Batalhão Polícia Rodoviária - BPRv;
• Polícia Científica;
• Policia Rodoviária Federal - DPRF;
• Secretaria de Estado da Saúde – CIEVS;
• Instituto Ambiental do Paraná – IAP;
• Departamento de Estradas de Rodagem – DER;
• Companhia Paranaense de Abastecimento – SANEPAR;
• Instituto Tecnológico SIMEPAR;
• Secretaria de Estado da Fazenda – SEFA – Receita Estadual;
• Conselho Regional de Química;
• Secretaria de Estado da Comunicação Social – SECS;
• Secretaria de Estado do Abastecimento – SEAB;
• Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA;
• Agência Nacional de Transporte Terrestre – ANTT;
• Agência Nacional de Transporte Aquaviario – ANTAQ;
• Instituto de Pesos e Medidas – IPEM;
• Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA/PR;
• Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN;
• Exército Brasileiro;
• Universidade Federal do Paraná – UFPR;
• Ministério Público do Paraná – MP/PR;
• Serviço Social do Transporte, Serviço Nacional de Aprendizado do Transporte – SEST/SENAT;
• Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes – DNIT.
A Comissão Estadual do P2r2 contará com uma estrutura organizacional mínima composta de uma Secretaria-Executiva, um Núcleo de Plano de Ação de Emergência e um Núcleo de Suporte Técnico.
A Secretaria Executiva será presidida pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
Link Decreto nº7117 do P2R2 publicado em Diário Oficial nº 8896 de 13 de fevereiro de 2013. Clique Aqui
CONSULTE AQUI PRODUTO PERIGOSO POR NOME OU NÚMERO DA ONU.
fonte CETESBProdutos Perigosos
Veja algumas definições:
- São todos os produtos que possuem a capacidade de causar danos às pessoas, aos bens e ao meio ambiente (Glossário de Termos SEDEC/MI – Adotado no Brasil – Decreto nº 96.044/1988);
- Todo o agente químico, biológico ou radiológico, que tem a propriedade de provocar algum tipo de dano às pessoas, aos Bens ou ao meio ambiente.
- Qualquer substância ou mistura que, em razão de suas propriedades químicas, físicas ou toxicológicas, isoladas ou combinadas, constitui um perigo (Convenção Internacional do Trabalho nº 174/OIT).
Conheça o desastre:
Acidente com produtos perigosos é o evento repentino e não desejado, em que há a liberação de substâncias químicas, biológicas ou radiológicas perigosas, em forma de incêndio, explosão, derrame ou vazamento, causando dano a pessoas, bens ou ao meio ambiente.
Incidente com produtos perigosos é o evento repentino e não desejado, que foi controlado antes de afetar elementos vulneráveis (causar dano ou exposição às pessoas, bens ou ao meio ambiente). Também denominado de “quase acidente”.
Características comuns dos produtos perigosos
Seja um acidente ou incidente, as ocorrências com produtos perigosos possuem duas características que são comuns a esses produtos:
- Extrapolação dos limites espaciais – Os produtos perigosos extrapolam os limites espaciais porque sua ação não se restringe ao local onde ocorreu o acidente, uma vez que esses produtos podem, em função do seu estado físico, espalhar-se na forma de poeira, névoa ou nuvem de contaminantes, atingindo regiões maiores do que as originalmente atingidas.
- Extrapolação dos limites temporais – Os produtos perigosos extrapolam os limites temporais porque seus efeitos podem aparecer várias horas, dias ou anos após a exposição ao produto.
O Manual de atendimento a emergências da “ABIQUIM”
O Manual foi desenvolvido pelo departamento de transporte dos Estados Unidos, sendo adaptado pela Associação Brasileira de Indústria Química (ABIQUIM) ao Brasil, visando direcionar os atendimentos às características dos produtos químicos que são produzidos e transportados em solo brasileiro. O Manual está em observância com o ERG 2000 (Emergency Response Guidebook), sendo o mesmo aplicado nos Estados Unidos, Canadá e México. O conteúdo apresentado é baseado na 5ª edição do Manual de Emergência da ABIQUIM, de 2006.
O Manual de Emergências da ABIQUIM é uma fonte de informação inicial, somente para os primeiros 30 minutos do acidente. Utilize suas recomendações para orientar as primeiras medidas na cena de emergências, até a chegada de técnicos especializados, evitando riscos e a tomada de decisões incorretas.
As seções do Manual
O Manual para atendimento a emergência com produtos perigos possui cinco seções:
- Branca
- Amarela
- Azul
- Laranja
- Verde
Seção branca: A seção branca aborda informações gerais acerca do Manual, bem como dados referentes aos números de risco e suas características, além da tabela de códigos de riscos.
Seção amarela: A seção amarela classifica os produtos perigosos pelo número da ONU (Organização das Nações Unidas), relacionando o número ao nome do mesmo, atribuindo com isso a sua classe de risco e a respectiva guia de emergência. Nesta seção estão organizados os produtos perigosos em ordem numérica crescente, de acordo com a designação da ONU.
Seção azul: A seção azul identifica o produto pelo seu nome comercial, servindo para associar o produto à sua respectiva guia de emergência e ao número da ONU.
Seção laranja: A seção laranja é composta basicamente de guias, sendo estas denominadas de guias de emergência, pois compõem todos os procedimentos que devem ser adotados em um acidente com produtos perigosos.
Seção verde: A seção verde relaciona:
- Tabelas de distância para isolamento e proteção inicial;
- Produtos perigosos que reagem com água;
- Fatores que podem alterar as distâncias de proteção;
- Prescrições relativas à tomada de decisão para ações de proteção;
- Fundamentos para isolamento e evacuação; e
- Classificação do tamanho de vazamentos.
Como adquirir o Manual da ABIQUIM
Em sua 5ª edição, o Manual para Atendimento a Emergências relaciona cerca de 2 mil produtos químicos, por ordem alfabética e por número de classificação de risco da ONU, informando ações emergenciais a serem adotadas em acidentes com produtos químicos. Publicação atualizada em 2006. Este poderá ser solicitado diretamente no site da ABIQUIM, entre em contato conosco da Defesa Civil Estadual ou com a Regional de Defesa Civil Mais próxima a você.
Perguntas frequentes
1. Quais os procedimentos em situação de emergência?
O principal aspecto a ser considerado durante o atendimento de um acidente que envolva produtos perigosos diz respeito à segurança das pessoas envolvidas. Para tanto, especialmente se você for o profissional de primeira resposta, adote os seguintes procedimentos:
1º passo: Aproxime-se da cena de emergência com cuidado, tendo o vento pelas costas. Caso você não possua os equipamentos de proteção individual - EPI - indicados como adequados, mantenha-se afastado de derramamentos, vapores, gases e fumaça em uma distância mínima de 100 m;
2º passo: Evite qualquer tipo de contato com o produto;
3º passo: Identifique o Produto Perigoso - PP, através do rótulo de risco e painel de segurança;
4º passo: Isole o local do acidente impedindo a entrada de qualquer pessoa;
5º passo: Solicite a presença do socorro especializado: Corpo de Bombeiros – 193; Defesa Civil Municipal – 199; Polícia Rodoviária Federal – 191
6º passo: Determine as ações iniciais de emergência, recomendadas no Manual de Emergências da ABIQUIM
2 – Como identificar o Rótulo de Risco?
É o Losango que representa símbolos e/ou expressões emolduradas, referentes à classe do produto perigoso. Ele é fixado nas laterais e na traseira do veículo de transporte. Os rótulos de risco possuem desenhos e números que indicam o produto perigoso. Quanto à natureza geral, a cor de fundo dos rótulos é a mais visível fonte de identificação da classe de um produto perigoso.
As cores de fundo significam:
CORES
|
SIGNIFICADO
|
Vermelho
|
Inflamável
|
Verde
|
Gás não inflamável
|
Laranja
|
Explosivo
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Amarelo
|
Oxidante
|
Preto/Branco
|
Corrosivo
|
Amarelo/Branco
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Radioativo
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Vermelho/branco listado
|
Sólido Inflamável
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Azul
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Perigoso quando molhado
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Branco
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Tóxico e substância infectante
|
3. Como identificar um produto perigoso?
Identifique o produto através das seguintes maneiras:
- Pelo número de quatro algarismos (número da ONU) existente no painel de segurança (placa laranja) afixado nas laterais, traseira e dianteira do veículo ou constante na Ficha de Emergência, no documento fiscal ou na embalagem do produto. Consulte o manual da ABIQUIM pelo número da ONU.
Pelo nome do produto constante na Ficha de Emergência ou no documento fiscal. Consulte o manual da ABIQUIM pelo nome do produto.
Caso não haja nenhuma informação específica sobre o produto, verifique o rótulo de risco (placa ilustrada com formato de losango) afixado nas laterais e na traseira do veículo e consulte a tabela de rótulos de risco no manual da ABIQUIM, que lhe indicará o guia correspondente à classe do produto. Caso não possua o manual, a cor do fundo dos rótulos é sua mais visível fonte de identificação.
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